domingo, 15 de novembro de 2009

MAIS FOTOS DE LEITURINO





ESSAS FOTOS SÃO DO EVENTO REALIZADO NA SEXTA-FEIRA ÚLTIMA, DIA 13 DE NOVEMBRO.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

AMANHÃ LEITURINO NA ESCOLA MANOEL MACHADO


Nesta sexta-feira, 13 de novembro, o Palhaço Leiturino estará tendo uma manhã especial com os alunos da professora Cristiane, na Escola Municipal Manoel Machado, no Jardim Aeroporto, em Parnamirim-RN.
Leiturino fará a contação da história "As coisas que a gente fala", de Ruth Rocha, em seguida promoverá um bingo de adivinhações e fará outras brincadeiras. Na foto, os professores do turno matutino, por ocasião da primeira visita de Leiturino àquela escola.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

HUMOR DE MANÉ BERADEIRO


Chico Martins, ao centro, na festa dos seus 70 anos, em 1973.
(Eu, Francisco Martins Alves Neto, sou este à direita, aos 9 anos)

Chico Martins, meu avó, homem criativo, cheio de histórias. Tinha sempre uma para contar àqueles que o visitavam. Estou reunindo os causos que dizem respeito a ele para posterior edição.
Chico Martins morou muitos anos em Patu - RN, depois se transferiu para Ceará Mirim.
Em Patu, onde tinha uma mercearia, certa manhã entram duas mulheres para comprar algo e uma delas observa que Chico Martins tinha o pé grande. Então ela fala:
--Veja comadre como Seu Chico tem o pé grande!
A outra respondeu:
--pu tamanho dele não é grande, tá bom.
E Chico Martins resolveu fazer um trocadilho com a resposta da mulher:
--Ei, minha mãe mesmo nunca foi puta não senhora. Que conversa é esta?
Chico Martins não sabia o que era cacofonia, mas tinha dentro de si a arte do riso.
***
É dele também a história que quando era rapaz e conseguiu a primeira namorada, na distante cidade de São José do Egito, visitava a namorada nos dias permitidos e naqueles idos de 1920 a coisa era bem diferente. Os costumes, tradições, etc. Pois bem, o jovem Chico notou que sua noiva não tinha nenhum perfume. Resolveu presenteá-la com um pote de talco de arroz, era o que havia de mais acessível em 1920 para os rapazes pobres. Passam-se dias e nada de Chico perceber que a namorada usava o talco, então um dia ele pergunta:
--E aquele talco que eu lhe dei, você não vai usar?
--Já usei Chico. Respondeu ela.
--Quando? Quis saber.
--Na mesma semana que você me deu.
--O que danado você fez com ele? Perguntou admirado.
--Fiz papa para papai e mamãe. Eles gostaram foi muito.
--Menina, aquilo não era para comer. Era para você botar na cara.
Dias depois Chico Martins traz para a namorada uma lata de doce de goiaba, novidade no mercado.
E à noite, quando vai visitá-la no dia seguinte, lá vem ela com a cara toda lambuzada de doce para recebê-lo.
Ele não aguentou e acabou o namoro.

Fonte: anotações manuscritas do próprio Chico Martins

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

AGENDA DO MOMENTO DO LIVRO

4ª feira, dia 11, pela manhã, na Escola Municipal Prfeito Mário Lira, bairro de Dix-Sept Rosado.
Apresentação de Leiturino. À noite, nesta mesma escola, às 19 horas, apresentação de Mané Beradeiro.

15ª feira, dia 12, pela manhã, o escritor Francisco Martins visitá centro histórico de Natal com quatro estudantes que sobressairam-se em produção textual, no turno vespertino, da Escola Municipal Manoel Machado, Jardim Aeroporto, Parnamirim-RN. As alunas farão visitas à Ribeira, Instituto Histórico e Geográfico, Memorial Câmara Cascudo, Palácio da Cultura e Academia Norte Riograndense de Letras.

6ª feira, dia 13, pela manhã, na Escola Municipal Manoel Machado, Jardim Aeroporto, em Parnamirim. Apresentação de Leiturino, contando histórias, cantando parlendas e adivinhações.

sábado, 7 de novembro de 2009

UM GRANDE DESAFIO - PARTE I


Quem me conhece sabe o quanto gosto de ler. E leio dos clássicos ao mais comum das produções literárias. E em todos eles tenho sempre algo a aprender.
Agora, neste mês de novembro, abraçei um grande desafio, a saber: ler ULISSES, de JAMES JOYCE. A obra não é extensa, já li livros bem maiores, como por exemplo a Bíblia, que anualmente venho lendo de Gênese a Apocalipse, seis anos consecutivos. Li também o clássico Moby Dick de Herman Melville, além de outros.
Mas, ULISSES parece ser realmente um osso duro de roer. Li o primeiro capítulo e não entendi nada. Reli e começo a tomar gosto pela obra considerada o maior romance da literatura mundial. Nas palavras de Harry Levin "um romance para acabar com todos os romances".
Volto-me então à releitura do primeiro capítulo, desta vez com maior sensibilidade e determinação de encontrar a vereda que me leve à compreensão da obra.
Aos poucos compartilharei com vocês esta saga de leitura. Possa até ser que nem mais leia outro livro em 2009, pois este ano até o momento já devorei 85 e Ulisses é o 86º livro. Se consegui passar por "Grandes Sertões Veredas", de Guimarães Rosa, creio que já tenho uma base adquirida para não me espantar com os neologismos de James Joyce, e olha que o gênio cria algo assim: contrasmagnificandjudeibumbatancialidade ( que pode ser isto?).
Vou ficando por aqui e breve volto a comentar sobre a leitura.

ESCOLA MÁRIO LIRA RECEPCIONA LEITURINO E MANÉ BERADEIRO

Quarta feira, dia 11, Leiturino (Francisco Martins) estará visitando a Escola Municipal Prefeito Mario Eugênio Lira, no Bairro Dix-Sept Rosado, em Natal, pela manhã. Na ocasião o Palhaço Leiturino fará um show de alegria e cultura para as crianças daquela escola.
À noite, será a vez de Mané Beradeiro (Francisco Martins) contar causos e declamar poesias matutas para os alunos desta mesma escola. Tudo isto será feito dentro das festividades da Mostra de Arte e Cultura promovida por aquela escola municipal.

O HUMOR DE MANÉ BERADEIRO

Vou contar este causo e quero dedicá-lo a Fernando Caldas, cabra bom e da mesma estirpe de Renato.

Renato estava em Natal, no bairro da Ribeira e vinha saíndo do Carneirinho de Ouro, um clube tradicional na Tavares de Lyra, quando um velho chofer de praça, viciado em jogo de bicho, o avista e corre para ele falando:
--Seu Renato, essa noite eu sonhei com o senhor. Quem sonha com o senhor o que é que dá?
E Renato. mestre das respostas afiadoras, gozadas e mordazes responde:
--DÁ A BUNDA!

São causos da nossa terra, pérolas da nossa literatura, coletadas por Mané Beradeiro.

Fonte: "De Líricos e de Loucos", Augusto Severo Neto, pág. 123. Edição Clima, 1980.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

MATEUS 7: (1-5)


Que me permita acrescentar, o filósofo alemão, Martin Heidegger – que certa vez disse: “Somos seres para a morte” – a essa frase, as seguintes palavras: “passando pela incoerência”. Então, é isso caro leitor: somos seres não só para a morte, mas também para colocar em prática a nossa incoerência.

Por isso, não me surpreende que o maior homem que já pisou neste planeta, Jesus Cristo, tenha, insistentemente, falado neste assunto. No capítulo 7 do evangelho de Mateus, os primeiros versículos abordam exatamente isso: “Por que reparas no argueiro que está na vista do teu irmão, e não vês a trave que está na tua vista? Como ousas dizer ao teu irmão: ‘deixa-me tirar o argueiro de tua vista’, tendo tu uma trave na tua? Hipócrita, tira primeiro a trave da tua vista e, então, verás melhor para tirar o argueiro da vista do teu irmão”.

Pois bem! Feito o diagnóstico, cabe-nos agora, encontrar as causas dessa doença – a incoerência – pois só assim, poderemos estabelecer o tratamento adequado. Seria a incoerência, originada pelas circunstâncias? Sim! Não vamos esquecer o que disse o grande escritor, filósofo espanhol, Ortega y Gasset: “Eu sou eu e as minhas circunstâncias”. E a circunstância, a ocasião, faz o ladrão (o PT sabe muito bem isso que estou falando...). A circunstância faz também o covarde, que num dia tem um discurso exaltado, revoltado, áspero, mas quando está na frente de quem ele se exaltou e se revoltou, muda o tom: fala manso e o que é pior: até defende, com unhas e dentes, o seu antigo desafeto...

Esse tipo de comportamento ocorre em todas as profissões, mas duvido que seja mais comum do que no meio médico. Afinal, se hoje, estamos sofrendo todas essas mazelas – baixos salários, condições subumanas de trabalho, etc. etc. – é porque os nossos pretensos “líderes” da classe médica, um dia, quando ainda não estavam na cadeira do poder, tinham um discurso aguerrido, bravo e duro contra os poderosos, mas, quando se torna um deles – um poderoso (de pés de barro, é bem verdade) – mudam o discurso, o conteúdo e o seu tom... Quando eu sou médico, apenas médico, eu critico, mas quando estou diretor de hospital, vereador, deputado, secretário de saúde, etc. etc. aí eu me transfor mo... e haja incoerência incoerente!

E essa incoerência incoerente é terrível, pois - diferentemente da incoerência defendida por Osho, o mestre budista, que certa vez disse: “Se você realmente quer desfrutar a vida em toda a sua riqueza, tem que aprender a ser incoerente, a ser coerentemente incoerente”-, ela, a incoerência não coerente, é aquela que permite que milhares de pessoas sejam mortas nos corredores dos nossos hospitais públicos, porque eu não tenho a coragem de continuar coerentemente coerente com o meu discurso que tinha antes de ocupar a cadeira do poder...

Então, caro leitor, já temos duas causas para a mudança tão rápida, extremante abrupta, do nosso comportamento: a circunstância e a cadeira do poder. Porém, há outra causa muito mais forte, explicada pela física quântica: toda vez que inspiramos, colocamos para o interior do nosso organismo um trilhão de átomos que um dia podem ter sido também respirados por Cristo, Madre Tereza de Calcutá, Gandhi, Hitler, Saddam Hussein... e o danado é que me parece que os átomos desses dois últimos têm sido responsáveis pelo ar- mau cheiroso, e bote fétido nisso - que estamos respirando na saúde do nosso estado...

Portanto, meu caro amigo, você que tem me acusado, constantemente, de incoerente, veja que a origem desse problema pode está em você mesmo, afinal não tenho cadeira do poder, nem pretendo “criar” circunstâncias para ocupá-la. Portanto, só resta-nos acusar os átomos que estou respirando, quando estou perto de você... mas, não se preocupe, como cirurgião, será fácil resolver esse problema: usarei sempre a máscara cirúrgica, quando lhe encontrar, certo?

Francisco Edilson Leite Pinto Junior (edilsonpinto@uol.com.br)

Professor, médico e escritor

domingo, 1 de novembro de 2009

ASSIM DISSERAM ELES


"Eu não tenho medo da morte. Só não quero estar lá quando ela aparecer"

Woody Allen

O HUMOR DE MANÉ BERADEIRO


Como amanhã é o Dia de Finados, o causo de hoje é sobre um falso defunto. Fui buscar esta história, assim como as demais, na imensa literatura que existe sobre o tema espalhada por aí. Desta vez bebi na fonte da grande Cora Coralina, no livro "Estórias da casa Velha da Ponte", edição de 1987.
Vamos então ao causo.
"Seu Maia" teve um ataque de catalepsia e foi tido como morto. Ele era casado com Dona Placidina, que já não estava tão encantada com o marido que há muitos anos vivia maltratando-a. Como é costume naquelas terras de Goiáis, Dona Placidina com muita alegria e prazer preparou o velório, fazendo bolachas, servindo café, bolo, outras comidas e até mesmo pinga.
Finalmente chega a hora de levarem "Seu Maia" para o cemitério. Os homens partem carregando o caixão, segurando-o pelas alças, alguns estão em estado de fogo, fruto da tamanha quantidade de pinga absorvida. E entre uma rua e outra em direção ao cemitério, quando dobram um esquina, o caixão de "Seu Maia" vai de encontro a um lampião que havia naquela esquina. O Choque é intenso, o poste de ferro do lampião da Rua do Fogo despedaça o caixão, fazendo com que "Seu Maia" acorde do ataque e fique sentado no meio da rua. O povo corre... é grande o alvoroço na cidade.
Dona Placidina fica triste.
Alguns meses depois, realmente "Seu Maia" morre de verdade e desta vez, quando o caixão vai saindo de casa para o cemitério Dona Placidina Adverte: "--Cuidado com o lampião da Rua do Fogo, não vão fazer como da outra vez".

A MORTE

A morte é como um golpe inexorável,
Desferido, sem pena, contra a vida,
Separando a família unida...
Dissipando a fortuna mais durável.

O grande, o rico, o pobre, o miserável,
A gente mais famosa, mais temida,
A morte leva tudo de vencida,
Na fúria mais cruel, mais indomável.

Mas a morte do justo é tão preciosa
Que, sofrendo...morrendo...ele já goza,
Qual nauta que escapasse do escarcéu.

Se arrasta para o inferno o pecador,
Se espalha pelo mundo, o pranto, a dor,
A morte leva os santos para o céu!...


Dom Marcolino Dantas
Livro: Dom Marcolino Dantas por ele mesmo, do Côn. José Mário de Medeiros

sábado, 31 de outubro de 2009

ASSIM DISSERAM ELES...

"Onde a morte está, eu não estou. Onde estou a morte não está. Por quê me preocupar?"

Lucrécio, filósofo latino.

DESPEDIDA


Quando se vai deve-se ir de tal forma que a sua ausência provoque saudades.
Quando se parte deve-se ir de tal maneira que o meio usado para sua partida sirva de divisor nas vidas pela qual você passou.
Quando de despedir, faça isto de forma singular, tão própria e sua, cujas marcas fiquem tatuadas se possível no coração e na alma de quem recebe seu adeus.
Quando enfim, decididamente, tomar a resolução de não mais viver juntos a estes, lembre-se que a despedida é muitas vezes unilateral, e por assim ser, leve consigo a lembrança das melhores virtudes que você visualizou em seus amigos e companheiros de trabalho.
Por fim, vá, parta, mas não feche as portas que passar, nem derrube as pontes que atravessar, pois tanto uma como a outra levam você a seus amigos.


Francisco Martins
Livro: Degustando Poesia, página 83.

MORRER



Morrer! Que certeza indesejável.
Diz o crente que morrer é ir ao encontro definitivo com o Criador.
Diz o gnóstico que é desfazer-se uma vez mais da capa corporal.
Diz o materialista que é o fim da jornada.
Mas, o que diz o poeta?
Morrer é abandonar o casulo onde durante algum tempo se viveu. É terminar de cantar a última estrofe da existência. É deixar que se pense que tudo terminou.
Morrer é proporcional ao viver. É tão natural quanto morrer.

Natal-RN, 01 de abril de 1999.

Francisco Martins
Livro: Degustando Poesia, página 76.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Tudo pronto para o Show Diga Sim ao Bem


Evento acontece nesta segunda-feira (02/11) com surpresas, convidados especiais e muitas homenagens

O Show Diga Sim ao Bem, promovido pela Casa do Bem, está com tudo pronto para sua realização na próxima segunda-feira (02/11), às 19h, no Teatro Alberto Maranhão. A produção geral do espetáculo é do professor de balé Heberth Gleydson, que também comanda o cerimonial ao lado da criança Maria Eduarda, de sete anos.

“Há dois meses trabalho na construção do espetáculo e tudo foi preparado com muito carinho. Além das apresentações dos projetos e ações desenvolvidas pela Casa do Bem e da participação do Coral Infantil, do Grupo de Dança Ritmo Bom, do Grupo Vocal Casa do Bem, dos Capoeiristas do Bem, do teatro dos Surfistas, ainda teremos homenagens e muitas surpresas. Será um show muito especial”, conta Heberth Gleydson.

O produtor trabalha com a Casa do Bem há dois anos e coordena o Grupo de Dança Ritmo Bom, responsável pela abertura do show. “O nosso balé será o momento de glamour do espetáculo. Vamos apresentar um figurino baseado no Circo de Soleil, coreografias do balé clássico e contemporâneo e vamos fazer uma homenagem ao bailarino e ator Patrick Swayze, astro de 'Dirty dancing' e 'Ghost', que morreu em setembro após uma batalha contra um câncer” revela Gleydson. Segundo ele, outro destaque da noite será a presença da renomada bailarina Flora Quaresma, do Conservatório de Dança do Rio de Janeiro, convidada especial que vai apresentar uma coreografia elaborada para o momento.

O Show Diga Sim ao Bem é realizado anualmente e compreende um momento de apresentação dos projetos humanitários da Casa do Bem para todos os interessados, com entrada franca. De acordo com o presidente da entidade, o escritor Flávio Rezende, a ação tem duas finalidades: uma delas é oferecer um ambiente de alto nível cultural da cidade para que os jovens que participaram durante todo o ano de diferentes projetos culturais possam mostrar aos amigos, familiares e à sociedade em geral o que aprenderam; e a outra idéia é a prestação de contas para todos aqueles que ajudam de alguma maneira os 22 projetos em andamento.


O evento conta com a iluminação de Castelo Casado e som de Helisom e tem a colaboração da CVC Natal, Sebrae/RN, COT, Toli, Potiguar Turismo, Hotel Pirâmide, Inter City Premium, MSom, Viação Cidade das Dunas, Transflor, Ângela Dieb, entre outros parceiros. Mais informações: Flávio Rezende pelo telefone (84) 9902-0092 ou Heberth Gleydson pelo (84) 8853-9625.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

NOVO LIVRO DO CÔN. JOSÉ MÁRIO NAS BANCAS


O mais novo livro do Côn. José Mário de Medeiros, Dom Marcolino Dantas por ele mesmo, foi lançado hoje à noite, em Natal. É um livro indispensável para quem aprecia a história da Igreja e da Cidade do Natal.
Parabéns ao Côn. José Mário e aguardamos com ansiedade os outros dois volumes que virão completar esta pesquisa.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O HUMOR DE MANÉ BERADEIRO



Quantas mulheres você conhece que mora em Natal e já teve a oportunidade de ter nas mãos os testículos do Governador? PELAS CARIDADES, NÃO PRECISA RESPONDER!
Mas, quando Natal era uma cidade pequena ( início dos anos 40), e o Estado tinha como interventor o Dr. Rafael Fernandes, existia nesta cidade uma mulher por nome SIMOA. "Simoa era preta, comprida, tipo lazarina" escreveu Augusto Severo Neto.
Pois bem, numa tarde, como de costume, Rafael Fernandes desceu à Rua Chile e foi visitar a firma Fernandes & Cia, que pertencia aos seus familiares. De longe, acompanhava o ajudante -de-ordens, um capitão da polícia militar. E lá vinha Dr. Rafael Fernandes, trajando um terno de linho branco, chapeu de massa e fumando um charuto.
Quando Nezinho Fernandes, seu parente, que estava conversando com Simoa, percebeu a aproximação do Dro. Rafael, ele, Nezinho, propôs a Simoa a quantidade de 20 pratas para que em troca ela arrrochasse os "documentos" de Rafael Fernandes. Simoa aceitou o desafio e partiu para executar a missão confiada.
O Interventor ficou a ver navios na Rua Chile, encurvado com a dor nos tésticulos e o ajudante- de -ordens procurando debalde a louca Simoa que já estava longe com as 20 pratas. Enquanto isto, Nezinho ria acocorado na porta da sua firma, ria de forma descontrolada.

Causos da nossa cultura. Colheita de Mané Beradeiro.

Fonte Livro: " de Lírico e de Loucos" , de Augusto Severo Neto, página 17 e 18. Ed. Clima. 1ª Ed. 1980.

FOI ASSIM NO EMÍLIA RAMOS


O Palhaço Leiturno, em recente (15/10) apresentação na Escola Municipal Emília Ramos, no bairro de Cidade Nova, em Natal-RN.
Nesta tarde, a festa era das crianças e Leiturino apareceu por lá levando histórias e brincadeiras.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

ALUNOS DA FACEX TERÃO PALESTRA SOBRE EDGAR BARBOSA


Terça feira próxima, o escritor Francisco Martins Alves Neto estará a convite da FACEX-Faculdade de Ciências, Cultura e Extensão do RN, ministrando uma palestra sobre o centenário de nascimento do escritor potiguar Edgar Barbosa, para os alunos do curso de letras daquela instituição.

Edgar Barbosa é considerado o maior escritor do Rio Grande do Norte, no que diz respeito ao uso e estilo da norma culta. Seus artigos, suas crônicas e ensaios são mostras incontestáveis desta verdade.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

ASSIM DISSERAM ELAS...


"Professores sem prazer não podem formar leitores desejantes."

Marly Amarilha
Livro: Estão Mortas as Fadas?, página 25


Visite o site www.ccsa.ufrn.br/ccsa/docente/marlyamar/main.htm

VOCÊ SABIA?

LOURIVAL AÇUCENA - O PRIMEIRO POETA DO RN

Mês de outubro é importante lembrar de Lourival Açucena, o primeiro poeta do Rio Grande do Norte. Tocador de violão, boêmio, seresteiro. Seu nome legítimo era Joaquim Eduvirgens de Melo Açucena. Nasceu em 17 de outubro de 1827, na antiga Rua da Palha.
Aos 22 anos casou e deixou nada mais nada menos que 32 filhos, sendo 13 naturais.
Sabia de cor "Os Lusíadas", além de inúmeros poemas.
Na vida foi também porteiro dos Correios, escriturário da Guarda Nacional, 1° Oficial da Secretaria do Governo, além de Juiz de Paz e delegado de polícia.
Faleceu em 28 de março de 1907, na cidade de Natal.
Na Academia Norteriograndense de Letras, Lourivak Açucena é o patrono da Cadeira 4.

domingo, 18 de outubro de 2009

RELATOS PARA MEL




Observações cotidianas de um pai que ama a vida –

Por Flávio Rezende *

Minha querida e amada Mel, painho passa a escrever estes relatos, na esperança de que um dia possas ler e refletir sobre o mundo que vivi junto com sua mãe e seu irmãozinho Gabriel e, o que está vivendo ao ler estes escritos.

Este primeiro encontra você na barriga de Deinha aos 8 meses de gravidez. Provavelmente você abrirá seus olhinhos em novembro, nos proporcionando o prazer e a alegria de lhe ter fisicamente, uma vez que espiritualmente já sentimos sua presença entre nós.

Neste momento estou em Goiânia, uma cidade bem longinha da que moramos e que me atraiu por causa de um congresso de jornalistas e da vontade de conhecer.

Ontem assisti a um belo filme onde a personagem afirmou que quase 90% das pessoas que chegam ao planeta para uma experiência no plano material, são frutos de acidentes. Infelizmente a grande maioria surge depois de noites de bebedeiras e outras tantas não foram planejadas.

No seu caso, você está incluída no grupo da minoria. Eu e sua linda mãe lhe desejamos muito, namoramos muito para que pudesse vir ao nosso encontro, sempre com o apoio e o carinho do seu amável irmãozinho Gabriel.

A torcida em torno de sua vinda sempre foi grande por parte de todos os amigos e familiares. Seu nome também não foi difícil de ser escohido. Quando sua mãe o sugeriu, aceitei de imeditato, então dá para perceber que com você tudo foi sem problemas e continua sendo, com sua mãezinha recebendo elogios médicos, praticando sua ginástica sem problemas e, nós, viajando muito para que você, logo no ventre materno, pudesse ir percebendo o mundo a sua volta.

E este mundo pode ser observado de várias maneiras. Tem quem diga que ele é horrível, cheio de pessoas más, de crimes, guerras, fome, estupros e mentirosos.

Realmente tudo isso existe, mas, felizmente tem quem observe este lindo planeta azul pelo prisma do amor, pelo ângulo das coisas boas e das pessoas de bem.

Os que amam o planeta que moramos e que sabem da existência de fatos lamentáveis, procuram trabalhar para que tudo torne-se melhor. Essas pessoas são chamadas de humanistas, sonhadoras, visionárias.

São poucas, mas tão importantes para nossa sobrevivência quanto o oxigênio que respiramos e os alimentos que ingerimos.

Sem aqueles que são bem humorados, que dividem seus bens materiais e seu tempo com os menos favorecidos, sem os que escrevem, cantam, dançam, pintam e celebram um mundo melhor, tudo estaria bem mais difícil e poderíamos estar mergulhados nas trevas da cultura do lixo e na mediocridade dos egoístas hipócritas.

Hoje caminhei por um lindo bosque. Nosso planeta é belo e o compartilhamos com irmãos de outros reinos. Eu e sua mãe respeitamos a vida que existe nos animais e nos abstemos de comer qualquer tipo de carne.

Estamos sempre atentos a questões importantes na atualidade, como a reciclagem do lixo, o não uso de substâncias psicotrópicas, não temos nenhum vício e consideramos o açúcar um mal para nossos corpos.

Procuraremos lhe guiar em nosso planeta pelos caminhos da luz. Estamos envolvidos com uma ONG chamada Casa do Bem. Disponibilizamos nosso tempo para amenizar a dor do próximo. Percebendo inúmeros problemas num violento bairro que painho morou por 15 anos, preferimos deixar as críticas ao governo num segundo plano, arregaçar as mangas e tentar mudar um pouco da realidade desfavorável para alguns.

Nosso trabalho oferece ocupação do tempo de maneira sadia, com esportes e atividades culturais, pois sabemos que no vácuo dos segundos, vidas são encaminhadas para obscuros caminhos trevosos.

Levamos jovens e idosos para lugares que normalmente eles não iriam por questões financeiras, de transporte ou de preguiça mesmo.

Ajudamos a reformar casebres, oferecemos educação, alimentação e, principalmente, esperança e auto-estima para muitos.

Crescerás e vivenciarás este compromisso que temos com as pessoas que estendem a mão para nós.

Não verás seus pais perdendo tempo e cometendo suicídio lento, gradual e seguro em ambientes que priorizam o uso de álcool e de alimentos gordurosos e carnívoros, não testemunharás o uso de linguagem chula e nem ouvirás reproduzidos em equipamentos de som as músicas que denigrem a condição feminina e banalizam a espécie humana.

O mundo, como lhe disse, está ai, mas temos o livre arbítrio de estarmos nele com alegria e felicidade, ou tristeza e amargura.

Somos felizes, alegres, acreditamos poder ajudar de alguma maneira, combinamos ter você e, recebendo-a, seremos seus guias, pelos melhores caminhos que nosso planeta pode oferecer.

Demonstraremos nosso amor por você, amada Mel, quando lhe educarmos com o respeito ao próximo e pudermos lhe conduzir com muito carinho, pela senda da liberdade, da igualdade e da fraternidade.

Seja bem vinda, nosso planeta é lindo e sua família lhe abriga com o puro amor dos que amam felizes.

* Pai, escritor, jornalista e ativista social em Natal-RN (escritorflaviorezende@gmail.com)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

MUITAS CRIANÇAS RECEBERAM LEITURINO NA ESCOLA EMÍLIA RAMOS

Na tarde desta quinta feira, a Escola Emília Ramos, no bairro de Cidade Nova, Natal-RN, promoveu as festividades alusivas ao Dia da Criança, com muitas brincadeiras, lanches, carinho, organização. O Palhaço Leiturino se fez presente, tendo sido recepcionado por muitas crianças. Não deu para ele visitar todas as salas, mas brevemente Leiturino voltará ao Emília Ramos e fará recreação com algumas turmas.
Leiturino pede aos professores que enviem as fotos do evento para que sejam expostas no blog.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

XIBIU

No Enéas Cavalcanti ele (Domício) estudou apenas dois anos. Uma vez um aluno chamou um colega de Cara de Xibiu. Queixou-se o ofendido à professora. Esta prontamente tomou as providências pegando um dicionário e leu o significado da palavra xibiu (instrumento utilizado para cortar vidro) para os alunos daquela turma.
A turma aguentava-se para não rir. Mas, de repente ouviu-se alguém falar:
--Eu não sabia que xibiu servia também para cortar vidro, pensava que era só para mijar. Disse Domício.
A gargalhada foi geral. A professora Marlene escreveu o nome xibiu no quadro negro, em letras garrafais e obrigou todos os alunos a transcreverem para o carderno o nome xibiu e seu significado. No mínimo vinte linhas.
À tarde, quando chegou em casa, a mãe perguntou o que ele aprendera naquele dia na escola. Ele respondeu:
--Hoje eu aprendi para que serve o xibiu.
--Moleque, você me respeite. Disse Dona Raimunda, já exigindo uma boa explicação.
Salvou-se Domício de apanhar porque mostrara o caderno com as linhas escritas e o visto da professora.

(Extraído do livro: Contos da Nossa Terra. Natal. Novembro 2004. 1ª ed.)

terça-feira, 13 de outubro de 2009

GRATIDÃO


Para Nevinha (minha primeira e inesquecível professora)


Se um dia você não tivesse me ensinado as letras, não tivesse me ensinado a ouvir a música das sílabas e não tivesse me revelado o segredo das palavras, eu seria mais um analfabeto nesta multidão.

Mas você com seu carisma e seu amor, pegou minha mão pequenina, ajeitou nela o lápis e numa folha de papel foi delineando o alfabeto.

Fez-me rabiscar, circular, desenhar, pintar, escrever, e neste exercício eu fui descobrindo um mundo maravilhoso. Aprendi aos poucos a ler e viajei por histórias fantásticas e inesquecíveis.

Foi você quem plantou em mim a semente da sabedoria, as outras que vieram depois fizeram o serviço do lavrador.

Hoje, já passados trinta e um anos daquela primeira aula, do nosso primeiro encontro, onde um dia eu bati a sua porta vestindo calça curta e trazendo tão somente a cartilha e um lápis apontado, penso em você que ainda continua a ensinar outros meninos.

O mundo mudou muito, a minha vida também, mas nada, nada é capaz de diminuir o sentimento de amor e gratidão que sinto por minha professora.

Foi por seu esforço que sabendo ler, meus olhos contemplaram e meu coração guardou os ensinamentos da sagrada escritura.

Foi por sua dedicação, que aprendendo a escrever, quando rapaz eu pude revelar meus sentimentos ao primeiro amor.

Foi por saber estas coisas que pude ensinar aos meus filhos as tarefas escolares.

Enfim, tudo teve origem naquela manhã em que você tocou minha face, acariciou meus cabelos e disse: “Vem, vou te ensinar a ler e escrever”.

E por isto que eu faço para você este poema. Ele pode não ter o valor de um diamante, o brilho do ouro mais refinado, mas contém toda a minha gratidão, meu afeto e meu amor por aquela que foi, é e sempre será minha inesquecível professora.

( madrugada do dia 17 de agosto de 2000, em Natal-RN, quando era recepcionista do Albergue Lua Cheia).

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

PARABÉNS A ANNA MARIA CASCUDO


Anna Maria Cascudo Barreto, escritora, aniversaria nesta terça feira, 13 de outubro. Ela faz parte entre outras academias, da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras, sendo ocupante da cadeira 13, que primeiramente foi dada a seu pai Câmara Cascudo.
A Doutora Anna desejamos tudo de bom: felicidades, paz, amor, saúde, inspiração e amigos leais sempre. Sinta-se abraçada por Mané Beradeiro, Leiturino e Francisco Martins.

PAIXÃO

Se das letras saíssem álcool, eu viveria bêbado, embriagado, alcoólatra.

Se pensar destruísse as células, eu há muito que já estaria cancerígeno.

Ainda bem, que o teclado não é uma ratoeira, senão meus dedos já haviam sidos decepados.


Temo que um dia meus olhos despertem sem luz.

25.04.2007

domingo, 11 de outubro de 2009

BOAS VINDAS SÃO DADAS A LEITURINO

Que Leiturino seja bem-vindo!
Atenciosamente,
Marly Amarilha
(por e-mail, em 11 de outubro 2009)
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Olá cabra bom da gota serena! Adorei simplesmente o trabalho feito por vc. Lembra minhas apresentações lá no seminário? Pra vc ver, naquele tempo eu já imaginava tudo isso que vc faz atualmente. Como eu era criticado que eu queria me apresentar! tinham raiva porque eu trabalhava no BANORTE! Vejo vc hoje fazendo esse trabalhao maravilhoso. Estou lançando agora o cordel A Gripe do Porco. Palmas! Palmas! Muito bom saber do que vc está fazendo como artista da educação.
Abraço amigo irmão.
Geraldo de Caicó
(por e-mail, em 10 de outubro de 2009)
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Parabéns pela iniciativa, Francisco! Adorei!!!!!!!!!!!!
Como vai a nossa linda AEL?
Beijo
Sueli
(idem)
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Parabéns pelo trabalho!
Elsimara Feler - Blumenau-SC
(idem, em 9 de outubro 2009)
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TIO COMO SEMPRE VC SUPERAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
DEMAIS AS FOTOS DO LEITURINO
AMEIIII
BJS GRANDES E SUCESSO NELE!
NENA
(Georgia Lorena, sobrinha. Idem, em 9 de outubro 2009)

sábado, 10 de outubro de 2009

ASSIM DISSERAM ELES...

"O MAGISTÉRIO É COMO O CRIME, NÃO COMPENSA."

José Melquíades ( Professor que trabalhou mais de 30 anos na profissão).

Fonte: O Homem Ri de Graça, Celso da Silveira. Ed. Clima, 1982.

O HUMOR DE MANÉ BERADEIRO

Zé Braz, fazendeiro e ex-prefeito de Acari, estava pagando uma promessa na festa da padroeira daquela cidade, fazendo a penitência carregando uma pedra na cabeça e andando descalço, durante a procissão. No meio dos devotos, alguém grita:
__Zé Brás, prá seus pecados só mesmo carregando a Serra da Rajada!
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E em Timbaúba dos Batistas, um amigo do Professor Otto Guerra rezava assim: "ASSO NA TERRA E COMO NO CÉU".
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E ainda tem esta. Em Açu, na farmácia de José de Deus, trabalhava um atendente por cognome de Pirulito. Numa tarde de sábado aparece um agricultor, de idade avançada, na farmácia querendo um remédio para hemorróidas.
José de Deus explica:
__Só com Pirulito.
O velho entendeu mal.
__Soque, você, seu côrno! E me respeite.

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Fonte: De Repente o Causo, de Celso da Silveira, 1997.

EMÍLIA RAMOS RECEBERÁ LEITURINO DIA 15 DE OUTUBRO


Quinta feira próxima, 15 de outubro, o MOMENTO DO LIVRO estará com o Palhaço Leiturino levando alegria e cultura às crianças da Escola Municipal Emília Ramos, em Cidade Nova, Natal-RN.
O encontro começará às 14 horas e a previsão é que o público seja algo em torno de 750 crianças.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Iª SORVETADA LITERÁRIA DO MANOEL MACHADO TEVE ESTRÉIA DO PALHAÇO LEITURINO


Conforme anunciamos, hoje pela manhã, na Escola Municipal Manoel Machado, em Parnamirim-RN, aconteceu a estréia do Palhaço Leiturino (Francisco Martins Alves Neto, escritor), por ocasião da Iª Sorvetada Literária daquela instituição.


Leiturino e Socorro Monte - Vice Diretora.


Leiturino com as crianças no campeonato de adivinhações.


Quem sabe responde. Quem não sabe, passa a peruca.





Leiturino contou histórias, fez brincadeiras e incentivou a leitura como fonte de maior prazer na vida das crianças, jovens e adultos.





quinta-feira, 8 de outubro de 2009

LEITURINO ESTRÉIA AMANHÃ EM ESCOLA MUNICIPAL DE PARNAMIRIM

O escritor Francisco Martins Alves Neto, gestor do MOMENTO DO LIVRO, vai estreiar amanhã, dia 9 de outubro, o seu novo personagem. Será o palhaço LEITURINO, que tem como missão levar contação de histórias para as crianças até nove anos, além de proporcionar momentos de recreação com adivinhações, parlendas, trava línguas, brincadeiras como corrida de saco, gato no pote, etc.
A estréia acontecerá pela manhã, dentro das comemorações alusivas a Semana da Criança, que vendo sendo feita na Escola Municipal Manoel Machado, no Jardim Aeroporto, em Parnamirim-RN.
Leiturino, o palhaço que trocou seu coração por um livro, surge dentro do MOMENTO DO LIVRO como uma figura que vem mostrar às crianças quanto é importante ler e estar sempre conectado com a cultura. Aguardem. Amanhã traremos fotos do evento.

domingo, 4 de outubro de 2009

ASSIM DISSERAM ELES

"O português é uma língua muito difícil. Tanto que calça é uma coisa que se bota e bota é uma coisa que se calça".

Barão de Itararé

O HUMOR DE MANÉ BERADEIRO

Tempo de seca braba, a terra estava tão árida, mas tão árida, que quando um peixe passava por outro levantava poeira. Pois bem, naquela época, na comunidade de Riacho da Cruz, a pouca água que existia estava sendo racionada para uso doméstico.
Quem administrava a distribuição do precioso líquido era um zelador. Ele tinha sob sua custódia a mais desejada peça daquela comunidade, isto é, uma roda que servia para girar a chave que abria a grande torneira. Um dia, este zelador viaja para uma cidade vizinha e quando chega em casa, encontra a mulher desesperada, pergunta a causa e fica sabendo que sua residência foi invadida por um vereador, em busca da tal peça que acionava a liberação da água.
O zelador só tinha uma saída: comunicar ao seu superior o acontecido e para isto mandou o seguinte telegrama para a sede municipal:
"COMUNICO VEREADOR INVADIU MINHA RESIDÊNCIA EXIGINDO MINHA MULHER LHE DESSE A RODA. E ELA DEU".

Causos da nossa terra - histórias de Mané Beradeiro.

Fonte: Livro Flashes das Secas, de Paulo de Brito Guerra, 1977.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

NOSSA GRATIDÃO AOS COLABORADORES DO MOMENTO DO LIVRO

Neste primeiro ano do projeto MOMENTO LIVRO o escritor Francisco Martins quer tornar público o incentivo recebido de alguns colaboradores. Sem eles, o projeto não teria alcançado um êxito tão bom o quanto atingiu. O MOMENTO DO LIVRO vem sendo realizado de forma voluntária. Francisco Martins atende os convites dentro de sua disponilibidade de horário e vai de forma gratuita às escolas e demais instituições que o convida paa falar sobre literatura, contar histórias, relatar sua experiência como escritor.

Até o presente o MOMENTO DO LIVRO não é contemplado pelas leis de incentivo à cultura, quer seja no âmbito estadual, nem municipal.

Por isto é tão importante a ajuda recebida por parte dos patrocinadores. Os amigos deste projeto neste primeiro ano foram:

Elísio Augusto de Medeiros que fez doação dos livros: " Senador José Bernardo de Medeiros - O Colosso do Seridó" e "Um Fusca na Cidade do Sol".


Edilson Pinto - que doou: "Perdoa-me, por me prenderes".

Livraria Siciliano - que esteve presente nos primeiros meses deste projeto, fazendo doações de livros como "A Cabana" e "O Menino do pijama listrado", além de outroso livros da área infantil.




Diógenes da Cunha Lima, Presidente da Academia Norte Rio Grandense de Letras, fez também várias doações de diversos títulos de suas obras para serem ofertadas às escolas visitadas pelo projeto.





A Biblioteca Padre Monte, da Academia Norte Rio Grandenese de Letras, também doou exemplares de livros do escritor Nilson Patriota a este projeto.

Tasso Soares de Lima - "Concerto para triângulo em dó maior".



Lima Neto - "Uma História em Cinco Vozes".

A estes homens e instituições nossa gratidão, em nome das crianças, jovens e adultos que foram agraciados com o MOMENTO DO LIVRO.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

MOMENTO DO LIVRO COMPLETA UM ANO DE VIDA




O projeto MOMENTO DO LIVRO completa neste mês de outubro, o seu primeiro aniversário. Iniciado em 2008, o MOMENTO DO LIVRO visitou várias escolas nas cidades de Parnamirim, Ceará Mirim e Natal, sempre levando histórias para crianças, jovens e adultos.




Seu gestor, o escritor Francisco Martins Alves Neto, 45 anos, estudante do curso de Português, diz que o projeto vem somar à rede pública e privada, além de outras instituições, a missão de despertar as pessoas para o prazer da leitura, começando com a descoberta de histórias da literatura, quer seja a nível local, nacional ou da própria literatura internacional.




No seu vasto programa, o MOMENTO DO LIVRO tem histórias para todos os gostos e idade. Este ano, em fevereiro, dentro do Momento do livro surgiu MANÉ BERADEIRO, que conta causos e declama poesias matutas. Agora, por ocasião do primeiro ano do projeto, o escritor Francisco Martins dará vida a Leiturino, o palhaço que trocou seu coração por um livro, que vem dentro do projeto encantar os pequeninos com histórias, parlendas, trava línguas, bricandeiras lúdicas.