quinta-feira, 18 de junho de 2026

QUINTA CULTURAL NO IHGRN

 

Os estereótipos e preconceitos que ainda recaem sobre os nordestinos estarão no centro do debate da próxima edição da Quinta Cultural do IHGRN, que acontece nesta quinta-feira, dia 18, às 17h, no auditório da instituição, no Centro de Natal.

O bate-papo contará com a participação do sócio efetivo Octávio Santiago, doutor em Comunicação e autor de "Só sei que foi assim: a trama do preconceito contra o povo do Nordeste". A obra figurou entre os livros mais vendidos do país, foi eleita melhor livro de não ficção de 2025 pela revista literária O Odisseu e levou o autor a festivais literários e entrevistas em diferentes estados brasileiros.

A mediação ficará a cargo da professora Rhayara Lira, historiadora com ampla experiência em produção textual e argumentação para vestibulares e concursos. A entrada é gratuita.

quarta-feira, 17 de junho de 2026

FRANCISCO MARTINS ANUNCIA SÉRIE DE FÁBULAS COM PRINCÍPIOS BÍBLICOS PARA CRIANÇAS


 

É com grande entusiasmo que o autor Francisco Martins anuncia o desenvolvimento de uma série especial de fábulas destinadas ao público infantil. Este projeto nasce da profunda convicção de que a literatura é uma das ferramentas mais eficazes para a formação do caráter e da espiritualidade na infância. Ao unir o universo lúdico e imaginativo das fábulas a ensinamentos bíblicos fundamentais, o autor propõe uma experiência de leitura que transcende o entretenimento, oferecendo às crianças e suas famílias uma base sólida de princípios eternos apresentados de forma leve e envolvente.

A proposta central desta série é traduzir conceitos teológicos profundos em narrativas acessíveis e cativantes. Francisco Martins utiliza a estrutura clássica da fábula para ensinar valores inegociáveis como a , a obediência, o arrependimento e a redenção. O objetivo é que, através da identificação com os personagens e seus dilemas, os pequenos leitores possam compreender a natureza do amor de Deus e a importância de caminhar segundo os Seus preceitos. Cada história é desenhada para ser uma ponte entre o coração da criança e a verdade das Escrituras, tornando o aprendizado bíblico uma jornada de descoberta e encantamento.

A série já conta com obras fundamentais que exemplificam o compromisso do autor com a qualidade literária e a fidelidade bíblica. Abaixo, apresentamos os títulos que já integram este projeto:

        "For" e "Miga": Esta história utiliza o simbolismo de pequenos e esforçados personagens para ilustrar virtudes como a perseverança, a humildade e a lealdade. No cotidiano cristão, muitas vezes os pequenos atos de fidelidade são os que mais glorificam a Deus, e esta fábula ensina que o valor de um indivíduo não reside em seu tamanho, mas na integridade de seu coração.

        "O Balido de Lumina": Uma narrativa emocionante que explora a vulnerabilidade e a necessidade humana de cuidado. A trama foca no momento em que a fragilidade encontra o socorro divino, destacando a importância do arrependimento e do clamor sincero ao Bom Pastor. É uma lição inesquecível sobre como a voz de Deus sempre alcança aqueles que O buscam em meio à escuridão.

        "Áquila e as Asas da Fé": Uma poderosa ilustração de redenção e soberania que enfatiza como a confiança plena no Criador permite que a criança supere as tempestades e os medos da vida. Através da figura majestosa do resgatador, a história demonstra que o verdadeiro descanso e a proteção inabalável são encontrados sob as asas da fidelidade divina. Esta fábula aponta para a segurança absoluta que temos Naquele que nos resgatou para uma nova vida.

A nova série de Francisco Martins promete ser uma ferramenta valiosa de discipulado infantil, auxiliando pais, educadores e líderes ministeriais na nobre missão de instruir a próxima geração no caminho em que deve andar. O convite é estendido a todos que desejam investir em um conteúdo que alimenta a alma e fortalece o espírito. Acompanhe esta série e descubra como as fábulas podem se tornar aliadas poderosas na transmissão da mensagem do Evangelho para os corações mais jovens.

Quem desejar receber as fábulas, que são gratuítas, basta enviar uma mensagem para o whatsApp do autor (84) 9.8719-4534,  escrevendo: quero acompanhar as fábulas. Semanalmente ele envia.

OFICINA DE BIBLIOCANTOS CARTONEIROS VAI ACONTECER EM PARNAMIRIM

  A Biblioteca Municipal Elienai Cartaxo, em Parnamirim, oferece a  oportunidade para quem desejar aprender a produzir bibliocantos, que ajudam na organização do espaço das bibliotecas. Geralmente no mercado eles são encontrados em metal, acrílico, madeira ou vidro.

Francisco Martins,  vai ministrar a oficina na segunda-feira, dia 22 de junho,  começando às 14 horas. Nela, será ensinada a técnica de fazer bibliocanto cartoneiro ( usando para a base, material reciclado), com papelão.

Temas como as ilustrações do livro "O Pequeno Príncipe", imagens de escritores clássicos ou logomarcas de instituições são inspirações para os bibliocantos.


As inscrições podem ser feitas  clicando neste link Oficina

terça-feira, 16 de junho de 2026

CENTELHA DE CORDEL

Estou saindo para o CEC
Onde gosto de ficar
Um lugar especial
De encanto singular
Lá eu sou o secretário
Dedicado operário
Da cultura potiguar

Mané Beradeiro

16 junho 2026

quinta-feira, 11 de junho de 2026

UM CONVITE ÀS AVES

 


Em 2021 eu publiquei este texto no meu Facebook e hoje, ao ser por ele lembrado, compartilho com vocês.

O poeta Francisco Martins e família convidam as aves canoras a conhecerem um lugar especial, no quintal da sua casa, destinado a alguns minutos de descanso e lanche. A casinha foi construída com o propósito de receber os pássaros que voam em busca de versos para suas canções. Prometemos rações de boa qualidade e a liberdade de ir e vir. Nada cobramos pelo serviço. Ficaremos contentes em poder contemplar as cores e poder ouvir os cantos que cada um dos visitantes trazem. Sejam bem-vindos!

11 de junho de 2021
Quando celebramos 150 anos do nascimento de Tonheca Dantas.

quarta-feira, 10 de junho de 2026

CENTELHA DE CORDEL


Um chapéu sobre a cabeça
Guarnecia seu saber. 
Um olhar, mais que distante, 
Vislumbrava o querer. 
Rugas riscadas na face
Denunciavam o fazer. 

Tinha o bardo assuense
Uma voz, "atropelada" 
De nome Paulo Varela
Pelo povo respeitada
Dos versos fez o seu pão
Escritos na madrugada.

Foi embora o poeta
Chora o barro que mexeu
As tantas casas de taipa
Que as suas mãos "sorveu" 
Fica em nós a saudade
Do poeta que morreu

Mané Beradeiro 
10 de junho 2026

PAULO VARELA PARTIU NA TARDE DE ONTEM

 


O Rio Grande do Norte perdeu uma de suas mentes mais brilhantes da cultura popular. Paulo Varela, o poeta que transformava a gagueira em eloquência absoluta ao declamar seus versos, partiu ontem, em Assu, a "Terra dos Poetas".

Natural de Assu (RN), Paulo Varela, nascido em 30 de julho de 1964, viveu 61 anos e foi um exemplo de superação e talento. Portador de gagueira durante toda a vida, ele surpreendia a todos pela fluência mágica no momento da declamação. Sua projeção nacional ocorreu em 2005, após uma participação memorável no Programa do Jô, onde apresentou a riqueza do "causo" matuto e a métrica rigorosa do cordel potiguar para todo o Brasil.

Ao longo de décadas, Paulo produziu dezenas de folhetos e participou ativamente da cena literária.  Gravou Cd's. Paulo Varela não era apenas um poeta de feira; era um acadêmico respeitado que ocupava assentos de honra em instituições de prestígio:

Academia Norte-rio-grandense de Literatura de Cordel (ANLiC), 
Estação do Cordel, Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN - SPVA. Reconhecido como "Mestre", era peça fundamental neste ponto de memória da poesia popular em Natal. 
Academia Assuense de Letras (AAL): Referência constante e homenageado pela produção literária local.
Sua partida deixa saudade nos amigos e admiradores, mas sua voz continua ecoando nas cordeltecas e nos versos de novos poetas que viram nele um mestre. Paulo Varela foi a prova de que a poesia é uma força capaz de superar qualquer barreira física e tocar a alma de um povo.

PRÓXIMA QUINTA CULTURAL VAI TER COMO TEMA AS RUÍNAS DE EXTREMOZ


 

segunda-feira, 8 de junho de 2026

ANRL - 90 ANOS - CONHECENDO NOSSA HISTÓRIA LITERÁRIA - EDIÇÃO 007 - AFONSO BEZERRA

  
Afonso Bezerra

  Afonso Ligório Bezerra - patrono da cadeira 40 - que viveu 22 anos (1907-1930) natural de Carapebas, atual cidade Afonso Bezerra, foi jornalista, escritor, poeta, ensaísta e grande defensor da fé cristã( católica).
    Sua produção literária estava espalhada pelos jornais que ele tinha participação. O escritor Manoel Rodrigues de Melo, pesquisou e organizou o livro "Afonso Bezerra - Ensaios, Contos e Crônicas". O livro se tornou realidade trinta anos após o falecimento do autor.
    A ANRL abriu suas portas ao público, e em 9 de junho de 1967, foi feito o lançamento, estando presente o acadêmico Nilo Pereira, prefaciador da obra, amigo do homenageado, proferindo palestra sobre a obra e o autor ( Revista 7, p. 171 a 176 ).
    Naquela data, se vivo fosse, Afonso Bezerra estaria celebrando 60 anos de nascimento.


Obs: Foto criada por  IA, de Afonso Bezerra,  obtida do instagran de Aldenora Bezerra ( @aldenora.bezerra.5)



quarta-feira, 3 de junho de 2026

terça-feira, 2 de junho de 2026

GRUPO DE ALUNOS DA ESCOLA ASCENDINO DE ALMEIDA VISITAM AMANHÃ A ANRL

 O Contador de Histórias - Francisco Martins - vai receber amanhã, à tarde, um grupo de alunos da Escola Municipal Ascendino de Almeida, localizado no bairro Pitimbu, em Natal. Os alunos serão recepcionados na sede da Academia Norte-rio-grandense de Letras-ANRL, onde conhecerão as instalações da instituição e um pouco da história da casa.


Na oportunidade, pelo público ser infantil, o Contador de Histórias fará uma apresentação lúdica, levando às crianças a verem a sede da ANRL como um grande castelo das letras, no qual há os guardiões dos livros, que são os acadêmicos.

segunda-feira, 1 de junho de 2026

ESPERANÇA NA HUMANIDADE DE EDGAR MORIN: SABEDORIA NA COMPLEXIDADE DA VIDA



 Por Gláucio Tavares Costa*

O amigo e pensador Ítalo de Melo Ramalho iniciou o seu ensaio Teatro das Cortes afirmando que a vida é como um teatro. Por caminho diverso, o filósofo alemão Arthur Schopenhauer também chegou ao entendimento de que a vida pode ser comparada a um teatro porque, assim como os atores, somos marionetes de uma força cega e insaciável: a "Vontade." O inesquecível compositor Gonzaguinha musicou a indagação: a vida é a batida de um coração ou seria uma doce ilusão? Responder às indagações de Gonzaguinha sobre a vida não é uma tarefa trivial. Sabemos. 

Entreato, entre átomos, sugere-se que a vida pode ser uma organização de matérias e energias – que são expressões da mesma substância – imbuídas de animus. Calha dizer nesta reflexão que a substância dessa organização é a linguagem, regente desde aquela expressa disposição de aminoácidos – cada um em seu devido lugar como as letras deste texto – a formar os ácidos nucleicos, que servem de transcrição para a edificação de proteínas a estruturar dada vida de espécie vegetal, ou daquele animal ou de micróbios. 

O grau de complexidade alcança as estrelas quando se fala na organização da coletividade humana. Ora, o homem tem natureza biológica, psicológica e social; ou seja, o homem é ao mesmo tempo totalmente biológico e totalmente cultural, e o cérebro, da biologia, e a mente (da Psicologia), são faces diferentes de uma mesma moeda, como apontado por CALUZI e ROSELLA (2024). Essa coligação de elementos proporciona a existência da vontade, do desejo, das emoções, do deslumbramento com o belo, da estranheza, da percepção do universo… Além disso, a vida é muito mais. 

Diante dessas constatações, não se deve recusar a ideia de que a vida é uma expressão da complexidade e para tentar desnudar as complexidões é essencial desenvolver a visão crítica. Nesse desiderato, mostra-se como excelente companhia o epistemólogo da complexidade Edgar Morin.

De antemão, nas lições de Morin, questiona-se o paradigma da razão e a ciência como único modo de interpretar a realidade. Isto significa asseverar que outros métodos de conhecimentos são válidos, de modo que não são pode julgar heterodoxo a religação dos conhecimentos dispersos e a integração da cultura científica e da cultura humanística. Em outras palavras, na complexidade “tudo se liga a tudo”. Como o próprio autor afirma no livro Ciência com consciência: “A ciência nunca teria sido ciência se não tivesse sido transdisciplinar” (IZABEL, 2022).

Com efeito, a Teoria da Complexidade de Edgar Morin é uma abordagem crítica sobre a fragmentação do conhecimento e propõe a religação dos saberes dispersos ou seja: “contextualizar e globalizar saberes até então fragmentados e compartimentados...” (MORIN, 2000a, p. 06). Faz-se assim a união entre áreas como ciências humanas e exatas, cultura e filosofia para compreender a realidade de forma mais integrada e não linear. Para Morin, complexidade não significa "complicado", mas sim algo que é "tecido em conjunto" e que abrange a incerteza, a ambiguidade e a interconexão entre os fenômenos (PEREIRA, 2002). Superando a ideia simplificadora, a complexidade propõe o princípio da relação entre o objeto e o sujeito pesquisador-conceituador, que tanto o percebe quanto o concebe.

Diante disso, os pontos cardeais da Teoria da Complexidade de Edgar Morin podem ser considerados: crítica à fragmentação do saber: Morin critica a divisão rígida dos saberes em disciplinas isoladas, o que impede a obtenção de uma visão holística da realidade; religação dos saberes: a teoria defende a necessidade de unir conhecimentos de diferentes áreas para uma compreensão mais completa, como o ensino que integra história, sociologia, psicologia e economia; complexidade como "tecido em conjunto": o termo vem do latim complexus e refere-se à interconexão de elementos que formam um todo, incluindo o que parece simples e os limites do próprio conhecimento; aceitação da incerteza: a teoria reconhece que a realidade é não linear, caótica e em constante mudança, exigindo a aceitação da incerteza, da ambiguidade e da incompletude; transdisciplinaridade: propõe um trabalho integrado entre os saberes, indo além da multidisciplinaridade e interdisciplinaridade, e buscando uma união mais profunda entre os conhecimentos; aplicação na educação: no contexto educacional, a teoria sugere que os professores colaborem para criar aulas mais significativas, conectando os conteúdos com a realidade dos alunos, que são expostos a um mundo cada vez mais complexo; princípio do "pensamento complexo": trata-se da arte de reunir o máximo de certezas para lidar com o incerto, integrando informações e formulando esquemas de ação.

Comporta assinalar que Morin reflete na sua obra “Os sete saberes necessários à educação do futuro” sobre as necessidades da educação no século XXI, tratando de alguns problemas específicos, chamados de buracos negros, existentes tanto do ensino fundamental, médio e superior, e que são ignorados nos programas educativos, mas em sua opinião deveriam estar no centro das atenções dos que se preocupam com a formação de jovens e futuros cidadãos. Um dos problemas ou “buracos negros” abordados, refere-se ao conhecimento, fornecido pelo ensino, que fornece saberes, mas, não revela o que é de fato o conhecimento; e - nesse caso - incorre em dois outros problemas: o erro e a ilusão (CALUZI e ROSELLA, 2024). A referida obra oferece um catálogo dos sete saberes: (i) as cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão; (ii) os princípios do conhecimento pertinente; (iii) ensinar a condição humana; (iv) ensinar a identidade terrena; (v) enfrentar as incertezas; (vi) ensinar a compreensão; (vii) a ética do gênero humano.

Edgar Morin nos advertiu, em suma, que enfrentamos persistentes ameaças à dignidade humana, como as armas de destruição em massa, a degradação ambiental, a total informatização dos dados relativos à vida pessoal, mas que há no nosso caminhar oportunidades de construção de um sistema mais rico e complexo, com grandes promessas para a humanidade. É essencial termos esperança!


REFERÊNCIAS


ALVES, Roger F. Pacheco (2020). Invenção de mundos como Dispositivo Complexo de Aprendizagem: cartografia de uma (trans)formação docente. Dissertação (Mestrado). Universidade Federal do Pampa. Disponível em: <https://sites.unipampa.edu.br/sacci/files/2023/09/dissertacao-dispositivos-complexos-de-aprendizagem.pdf>. Acesso em: 24 nov. 2025.


BLAY, Ênio Alterman (2024). Edgar Morin e o que chamamos de “pensamento complexo”. Revista de Ensino Superior. Disponível em: <https://jornal.usp.br/articulistas/enio-alterman-blay/edgar-morin-e-o-que-chamamos-de-pensamento-complexo-parte-1/>. Acesso em: 02 nov. 2025.


CALUZI, João e ROSELLA, Marcelo L. Aroeira (2024). Edgar Morin: A Complexidade subsidiando o ensino de Ciências. Disponível em: <https://fep.if.usp.br/~profis/arquivo/encontros/enpec/ivenpec/Arquivos/Orais/ORAL064.pdf#:~:text=Desta%20forma%20%C3%A9%20necess%C3%A1rio%20submeter%20%C3%A0%20reflex%C3%A3o,latino%20(complexus%20%E2%80%9Co%20que%20est%C3%A1%20tecido%20junto%E2%80%9D).>. Acesso em: 24 nov. 2025.


FONSECA, E. R. da. Schopenhauer e o teatro: ilusão, resignação e sabedoria de vida. Voluntas: Revista Internacional de Filosofia, [S. l.], v. 9, n. 2, p. 67–83, 2018. DOI: 10.5902/2179378636053. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/voluntas/article/view/36053. Acesso em: 24 nov. 2025.


IZABEL, Petraglia (2022). Edgar Morin e o pensamento complexo. Revista de Ensino Superior. Disponível em: <https://revistaensinosuperior.com.br/2022/01/12/edgar-morin-e-o-pensamento-complexo/>. Acesso em: 02 nov. 2025.


ROLLEMBERG, Marcelo (2021). Cem anos de sabedoria e complexidades. Jornal da USP. Disponível em: <https://jornal.usp.br/cultura/cem-anos-de-sabedoria-e-complexidades/>. Acesso em: 02 nov. 2025.


PEREIRA, Reinaldo Arruda (2002). A Ciência Moderna, a Crise dos Paradigmas e sua relação com a escola e como o currículo. Dissertação de mestrado apresentado na PUC/MG. Disponível em:<https://bib.pucminas.br/teses/Educacao_PereiraRA_1.pdf>. Acesso em: 24 nov. 2025.


*Gláucio Tavares é ensaísta, mestrando em Direito pela Universidad Europea del Atlántico, graduado em Farmácia pela UFRN e ativista político pela democracia.