quarta-feira, 15 de abril de 2026
ESCOLA MARIA SALETE DE LIMA - BODAS DE OURO NA EDUCAÇÃO - RECEBEU FRANCISCO MARTINS
Conforme foi anunciado aqui no blog, na segunda-feira passada, o escritor e contador de histórias Francisco Martins esteve pela primeira vez, na Escola Municipal Maria Salete de Lima, no distrito de Japecanga, em São José de Mipibu-RN.
O evento foi maravilhoso, a comunidade escolar participou com esmero. A plateia vidrada nas palavras e gestos do escritor, que com sua experiência levou a ludicidade, através das suas histórias para o público infantil e adulto.Francisco Martins agradece a direção da escola pelo convite formulado e a acolhida que recebeu. O carinhos dos alunos e professores. A Escola Maria Salete celebra esse ano, meio século da sua fundação. Bodas de Ouro na educação.
AGENDA DE FRANCISCO MARTINS ATENDE TRÊS ESCOLAS EM PARNAMIRIM
Esta semana as escolas públicas municipais de Parnamirim, celebram mais do que nunca a literatura. Acontece nas escolas visitas de escritores, eventos que promovem a leitura e o livro, uma verdadeira celebração. Não podia ser diferente, posto que, há na cidade o lindo e premiado projeto "Rio de Leitura".
O escritor Francisco Martins vai estar com os alunos, na tarde de hoje, na Escola Professora Jacira Medeiros , amanhã, dia 16, nos turnos matutino e vespertino, na Escola Municipal Manoel Machado e na sexta-feira, dia 17, com os alunos do turno vespertino da Escola Municipal Professora Maria Luzanira.
Francisco Martins leva consigo a mensagem da importância de ler, fala sobre sua produção literária, dos livros e folhetos e cordel, conta histórias, apresenta seus bonecos articulados e dessa forma, faz da sua apresentação um momento lúdico.
terça-feira, 14 de abril de 2026
MEMORIAL TITINA MEDEIROS - TERRITÓRIO DE ENCANTAMENTOS
segunda-feira, 13 de abril de 2026
ESCOLA EM JAPECANGA RECEBE O ESCRITOR FRANCISCO MARTINS
A Escola Municipal Maria Salete de Lima, localizada no distrito de Japecanga, em São José de Mipibu, está celebrando este ano, 50 anos da sua fundação.
Hoje, o escritor e contador de histórias, Francisco Martins , fará duas apresentações para os alunos e professores, oportunidade em que também falará sobre suas produções literárias.
quinta-feira, 26 de março de 2026
terça-feira, 24 de março de 2026
sexta-feira, 20 de março de 2026
2ª EDIÇÃO DO "DOUTOR BUTI" ESGOTOU HOJE
KEILA OLIVEIRA - CONTANDO HISTÓRIA
quarta-feira, 18 de março de 2026
CINE SÃO JOSÉ - 35 MATINÊS
O legado mágico de um cinema de bairro.
No periodo de 1969 a 1975, entre seus 10 e 16 anos, o jornalista e escritor Alex Medeiros viveu no bairro das Quintas e experimentou intensamente as emoções da sétima arte no pequeno cinema São José, situado na Rua Pedro Novôa quase na esquina da Rua São Geraldo. Ali ele compartilhou com amigos a magia dos muitos estilos do cinema, do faroeste à comédia, do musical à ficção científica, da aventura de super-heróis aos épicos de piratas e guerreiros medievais.
Na calçada do velho "purguinha" (apelido que se dava na época às pequenas salas de projeção nordestinas) Alex também curtiu uma das suas grandes paixões até hoje: as revistas de histórias em quadrinhos e os álbuns de figurinhas.
Entre a fachada do São José e a lateral do Mercado Público, tudo virava um bazar a céu aberto, com meninos, rapazes e até adultos vendendo, comprando, trocando revistas e figurinhas. E tudo num tempo calculado até que o autofalante do cinema desse o sinal da abertura da bilheteria.
O Cine São José, que foi fundado no começo dos anos 1950 por José Avelino, funcionou até início dos anos 1980, sendo administrado na época de Alex pelo herdeiro Erivam Avelino e sua esposa Adália Moura.
Por muitos anos o jornalista alimentou o desejo de contar um pouco da história do cinema que lhe abriu as portas de um mundo mágico que ele habita até hoje. Várias vezes ele fez menções, em sua coluna de jornal que publica há quase 40 anos, às sessões que assistiu naquele pequeno espaço de entretenimento. Até que em 2024, seu amigo contemporâneo Maurício Designer, um artista de raro talento, mostrou-lhe uma maquete que havia acabado de fazer. Era o saudoso São José renascido em detalhes de massa, madeira e papel. Uma imagem espetacular como se enviada do passado em quatro dimensões.
No ano seguinte, 2025, Maurício surpreendeu de novo o amigo lhe presenteando com outra maquete, de menor dimensão mas com a mesma grandeza de saudade. Depois deu uma notícia que logo despertou o antigo sonho de contar sua aventura no São José: Dona Adália, a dona do cinema, morava perto dele e estava emocionada com as duas maquetes (obviamente houve uma terceira réplica para ela).
Então, Alex combinou umas tardes de conversas movidas a café e entrevistou Adália, colhendo tudo que precisava para registrar a existência do cinema que foi para ele a versão das Quintas de Cine Paradiso (o cinema consagrado no clássico filme do italiano Giuseppe Tornatore).
O livro Cine São José - 35 Matinês tem edição de Adriano de Sousa, projeto gráfico de Gustavo Lamartine e capa e fotos de Giovanni Sérgio a partir da maquete de Mauricio Designer.
Será lançado dia 9 de abril, quinta-feira, às 17h, na Academia Norte-Riograndense de Letras e Conselho Estadual de Cultura, na Rua Mipibu, 443, Petrópolis.
domingo, 15 de março de 2026
quinta-feira, 12 de março de 2026
O CORDEL NA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS
quarta-feira, 11 de março de 2026
OS MÍSSEIS INVISIVEIS DO BRASIL
Enquanto o mundo se debruça sobre arsenais nucleares e poderios bélicos, medindo o alcance de foguetes intercontinentais e a força destrutiva de ogivas, o Brasil silencia em sua possessão de um armamento incomparavelmente mais poderoso e insidioso. Não se enganem com a aparente inocência de nossa diplomacia ou a ausência de ogivas estratégicas em nosso território. Nossos mísseis, testados e comprovados diariamente em solo nacional, superam em mortandade e alcance qualquer projétil fabricado pelos Estados Unidos, China, Irã, Israel ou Coreia do Norte.
O mais trágico e surreal é que esses mísseis não são acionados por inimigos externos. Eles são disparados pelos próprios Poderes que deveriam ser os guardiões, os protetores, aqueles que juraram defender a nação e seu povo. São os mesmos braços que deveriam salvar que, tragicamente, matam. Não há aviões a lançá-los, nem silos subterrâneos a contê-los. Muito pelo contrário, são armas forjadas há longos anos, com aprimoramentos constantes e uma familiaridade ímpar com os corredores e gabinetes do Planalto Central, de onde emanam suas instruções mais eficazes. Eles minam a vida dos brasileiros de dentro para fora, gota a gota, ano após ano, através do combustível mais tóxico que existe: os desvios de verbas. As cifras envolvidas nesses lançamentos são assombrosas, totalizando bilhões e reveladas em sucessivas ondas de escândalos políticos que marcam a história recente do país, tornando a corrupção uma cicatriz aberta e pulsante.
Em tempos de guerra, a primeira e mais urgente tarefa é detectar o inimigo interno, o adversário camuflado que se infiltra e corrói as fundações. Somente após desativar esses armamentos invisíveis, se porventura sobrevivermos e ainda houver uma infantaria de cidadãos dispostos e capazes, poderemos então reforçar as fronteiras para evitar que os perigos de fora entrem e aprofundem as feridas já abertas por nossa própria autodestruição.
Francisco Martins - 11 de março 2026

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