sexta-feira, 21 de agosto de 2026

FAROL DA CULTURA - UM GRANDE PROJETO INTERINSTITUCIONAL


Participe! 

A Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ) promoverá no dia 3 de setembro o evento “Farol da Cultura: Caminhos para a Gestão Integrada e a Proteção do Patrimônio Cultural”.  

 O objetivo é promover o alinhamento técnico, jurídico e conceitual entre os membros do Sistema de Justiça, gestores públicos e a sociedade civil acerca das modernas diretrizes de gestão integrada e proteção do patrimônio histórico e cultural. 

 Palestra Magna: 
"Estratégias de Proteção ao Patrimônio Cultural"
Ana Maria Moreira Marchesan (Procuradora de Justiça do MPRS e Coordenadora da Obra de Patrimônio Cultural do CNMP)

Na oportunidade, será realizado o lançamento oficial do Projeto “Farol da Cultura” para fomentar o engajamento interinstitucional para a requalificação dos equipamentos culturais no RN. 

A iniciativa é capitaneada pelo Caop-MA e Caop-Cidadania, pelas 49ª e 71ª Promotorias de Justiça de Natal e pela 13ª Procuradoria de Justiça.

As inscrições podem ser feitas via formulário virtual (https://tinyurl.com/Faroldacultura) até às 14h do dia 02 de setembro.

CENTELHA DE CORDEL

 


O poeta Beradeiro, 
Que tem nome de Mané
Também faz outras artes
Veja só como ele é
Domina com paciência
O quilling  com muita fé.

Mané Beradeiro

THIAGO GONZAGA ENTREVISTOU O ESCRITOR TONY DE SOUZA



Entrevista com o escritor Tony de Souza
Entrevistador: Thiago Gonzaga

1. Tony, fale um pouco da sua infância no interior do Rio Grande do Norte. Que lembranças daquele período você guarda?

Nasci em Governador Dix-Sept Rosado (antiga Vila São Sebastião, RN). Meu pai, conhecido como Antônio Padeiro, contrariando minha mãe, vendeu a padaria e comprou um caminhão. Com isso, passou a viver na estrada.
Minha mãe, com seus três primeiros filhos, foi morar no sítio de seu pai, meu avô Vicente Carlos. Minha mãe vivia triste, mas, para mim, aquele lugar era um paraíso. Tomava leite tirado da vaca na hora, tinha mel das colmeias do sítio, e meu avô era uma pessoa muito carinhosa. Ele nos tratava muito bem e eu me sentia um reizinho.
Era uma pessoa especial e muito ativa. Além de cuidar do sítio, era marceneiro e dava aulas de alfabetização para quem quisesse estudar.

2. Como surgiu o seu interesse pela literatura?

Meu pai era analfabeto, mas adorava romances de cordel. Pedia para quem soubesse ler que recitasse os cordéis de que gostava, como O Pavão Misterioso e as histórias do personagem Pedrinho. Ele decorava os versos e os recitava enquanto trabalhava na padaria, fazendo o pão. E também me ensinava a fazer o pão.
Minha mãe era professora e tentou muitas vezes alfabetizar meu pai, mas não conseguiu. Porém, não permitiu, com muita veemência, que seus filhos deixassem de estudar por qualquer intercorrência da vida.
Ela era uma excelente contadora de histórias. Inclusive, tenho um livro publicado com as histórias de Trancoso que ela nos contava, principalmente em um período em que tínhamos poucos livros em casa.




3. Você se lembra dos primeiros livros ou autores que despertaram sua paixão pela leitura?

Comecei a ler textos da literatura brasileira na época do exame de admissão ao ginásio e comecei a decorar esses textos, assim como fazia com a literatura de cordel.
Ainda não tinha acesso a livros, mas às histórias em quadrinhos, que eram muito populares e acessíveis na minha época.
O primeiro livro que chegou às minhas mãos foi Olhai os Lírios do Campo, de Erico Verissimo, e depois Jubiabá, de Jorge Amado. Este último foi meu irmão Assis quem me deu, às vésperas de eu viajar para São Paulo, em busca dos meus sonhos.

4. Em que momento o cinema entrou na sua vida? Houve algum acontecimento, filme ou livro que fez você entrar nesse universo?

Como espectador, meus primeiros filmes foram assistidos em Natal e Mossoró. Eram principalmente faroestes, como Django! e Ringo!, além de filmes mitológicos, como Hércules, Maciste e outros.
Em São Paulo, comecei a frequentar cineclubes e conheci o que era o cinema de arte, além de outros filmes e diretores nacionais que me encantaram, como A Hora e a Vez de Augusto Matraga, de Roberto Santos, e A Margem, de Ozualdo Candeias, entre outros.
Inclusive, a adaptação do conto A Hora e a Vez de Augusto Matraga, de Guimarães Rosa, para o cinema foi objeto de estudo da minha dissertação de mestrado na PUC-SP, que posteriormente se tornou meu primeiro livro teórico publicado.
Nos primeiros anos vivendo em São Paulo, fui ator de teatro. Uma das colegas de uma peça teatral me falou que havia conhecido um diretor de cinema que estava selecionando atores para um filme. Pedi para que ela me levasse junto.
Na época, já frequentava o Museu Lasar Segall, conhecido como um espaço dedicado às artes em geral, inclusive ao cinema. Foi ali que comecei a ler a teoria dos diretores de cinema russos, o que me apresentou ao cinema de arte. Passei a ser um frequentador assíduo e um leitor voraz.
No dia combinado, fomos ao teste de atores do filme. Ao nos encontrarmos com o diretor, ele nos disse que o elenco já estava completo.
Esse diretor era muito simpático. Ficamos conversando sobre cinema, e ele gostou do conteúdo da conversa. Ao final, disse que iria propor meu nome para ser incluído na equipe de filmagem, mas eu teria que sair da peça teatral que estava em cartaz.
Foi dessa forma que entrei no universo do cinema paulista, cuja história conto nos livros A Boca do Cinema Paulista e Perseguidor de Fantasma.

5. Quais foram suas primeiras influências literárias? Existem autores que o acompanharam desde o início da sua formação?

No decorrer da minha trajetória no teatro e no cinema, a base do meu desenvolvimento foi a leitura, ora teórica, ora de ficção. Foi uma pesquisa constante.
Hoje posso perceber que aquele menino carente de livros me fez ir atrás de tudo isso. Atualmente, a leitura é nosso maior entretenimento, e escrever um romance é uma forma de nos sentirmos vivos e de proporcionar prazer e conhecimento para outras pessoas.
Minhas afinidades literárias são muitas, mas registro aqui os escritores Antonio Torres, que é meu patrono na Academia Contemporânea de Letras de São Paulo, e Ignácio de Loyola Brandão.

6. Como nasceu a ideia do seu primeiro livro? Foi um projeto planejado ou os textos foram se reunindo naturalmente ao longo do tempo?

Após concluir os estudos de graduação, mestrado e doutorado, saturado da escrita acadêmica e de escrever roteiros de cinema, resolvi arriscar escrever meu primeiro romance.
O tema girou em torno da minha história de vida no Rio Grande do Norte e da minha vinda para São Paulo. Transformar o papo de roda de amigos em romance foi uma dica da minha esposa.
Ao dar meus primeiros passos como autor, inspirei-me nas obras de J. D. Salinger, principalmente em O Apanhador no Campo de Centeio, e na obra de John Fante. Eles foram meus ídolos na época.

7. O que mudou em sua escrita desde os primeiros livros até os textos mais recentes?

No meu primeiro livro lançado, um amigo afirmou: “Antonio, esse é o seu primeiro livro de uma obra, não é?”
O que veio a significar essa afirmação para mim?
Eu tinha ideia do que era construir uma obra na área cinematográfica, de acordo com os estudos que tinha feito sobre cinema. A literatura, porém, era um campo novo para mim. Optei pelo romance, tendo em vista minha experiência como roteirista.
Também o fato de ler não apenas os clássicos, mas novos autores, como Javier Marías, Enrique Vila-Matas e John Berger, entre outros, levou-me a arriscar a construção de novas formas de narrar um romance, que não seguem uma estrutura dramática clássica.
Apresento ao público um romance em que ele poderá se deparar com um roteiro, um diário, uma correspondência; ora o alter ego pode estar em destaque, ora outro personagem; ora em primeira pessoa, ora não.

8. Quais são seus projetos literários para o futuro e o que os leitores podem esperar dos seus próximos livros?

Tenho duas ideias a desenvolver: uma sobre minha experiência com a espiritualidade e a busca por uma vida mais sustentável, e outra sobre obras biográficas.

9. Fale-nos sobre seu novo livro, que você vai lançar aqui em Natal, na Livraria Manimbu.

Minha intenção foi escrever algo bem-humorado sobre um personagem, “o cavador de filmes”, uma figura já ultrapassada no tempo e que, nos dias atuais, acabou se envolvendo em manobras obscuras de lavagem de dinheiro.
Ele procura os amigos de antigamente para ajudá-lo a sair dessa enrascada.

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

PAULA BELMINO NA ESCOLA ÍRIS DE ALMEIDA

 


A escritora Paula Belmino (1975), natural de Lagoa Nova-RN, estará amanhã, dia 21, na Escola Municipal Íris de Almeida, em Parnamirim-RN. 

Ela é autora de  oito livros físicos e um e-book. Sua produção literária causa fascínio nas crianças. Paula Belmino é professora e com muita dedicação se entrega à alfabetização,  mediação de leitura e contação de histórias.



125 ANOS DE UMA VISITA

 


quarta-feira, 19 de agosto de 2026

JUDSON SOUZA RETORNA, PELA 3ª VEZ, À BECC - CHAPELEIRO CONTADOR

 


10º FESTIVAL DE FOLCLORE MESTRE PEDRO GUAJIRU

 


CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA DEBATE REVITALIZAÇÃO DA FORTALEZA DOS REIS MAGOS

 O Conselho Estadual de Cultura do Rio Grande do Norte, reunido na tarde de ontem,  em sua XXII sessão ordinária, contou com a presença de catorze conselheiros e conselheiras. A pauta principal da sessão foi sobre a revitalização da Fortaleza dos Reis Magos, um assunto levantando pelo Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte - IHGRN


A Presidenta  do IHGRN, Joventina Simões Oliveira, apresentou um relatório sobre a situação atual e o potencial turístico da Fortaleza dos Reis Magos. O Plenário ouviu os argumentos do IHGRN e durante mais de quarenta minutos o assunto foi analisado e voltará a ser tratado na primeira sessão do mês de setembro.


Bruno Ernesto Clemente, Diogo Licurgo Meireles Nunes e Luiz Mariz de Araújo Filho também estiveram participando da sessão, pois eles compõem a comissão que elaborou o relatório apresentando.

sábado, 15 de agosto de 2026

LANÇAMENTO DA NOVA EDIÇÃO DA OBRA - DOIS ENSAIOS DE HISTÓRIA - LUÍS DA CÂMARA CASCUDO

 


CENTELHA DE CORDEL

 

Maracajaú é praia
Um lugar especial
Onde natureza diz:
Deus é mesmo maioral
Fez o mundo tão bonito
É obra fenomenal.

Mané Beradeiro
15 agosto 2026

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

SEMINÁRIO & EXPOSIÇÃO: CASCUDO 40 ANOS DE "ENCANTAMENTO"

É com muita alegria que convidamos você para participar conosco do evento “Cascudo: 40 anos de encantamento”, com mesa-redonda sobre o legado de Câmara Cascudo, com a participação de Daliana Cascudo, Humberto Hermenegildo e Raimundo Arrais, e abertura da exposição “Vamos ler Cascudo”, da artista plástica, fotógrafa e pesquisadora Ângela Almeida.

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte, através da Pró-Reitoria de Extensão, da Editora da UFRN e do Núcleo Câmara Cascudo de Estudos Norte-Rio-Grandenses, e o Ludovicus – Instituto Câmara Cascudo, se irmanam para celebrar e discutir o legado monumental de Luís da Câmara Cascudo, intelectual que tanto contribuiu para a cultura brasileira, e cuja obra segue viva e atual. 


📅 18 de agosto | 9h

📍 Biblioteca Central Zila Mamede (BCZM/UFRN)
Evento gratuito, com inscrições pelo SIGAA e emissão de certificado.
Link na bio 

https://sigaa.ufrn.br/sigaa/public/extensao/consulta_extensao.jsf

@ufrn.br @proexufrn @edufrn @nccen.ufrn @angelaalmeidaa 
#ludovicus #ufrn #edufrn #proexufrn #nccenufrn

QUANDO A LITERATURA FAZ JUSTIÇA - RESENHA DO LIVRO "VIÚVA MACHADO"


A biografia da Viúva Machado, escrita por Elza Cirne, é muito boa. É daqueles livros que, a cada página lida, provocam no leitor o desejo de querer mais. Essa insaciedade literária é própria das boas obras. 

Poderia ter lido em três dias, no máximo. Mas quis saborear e fiquei com ele em minhas mãos por mais tempo. Biografia é um gênero que me seduz e, tratando-se da Viúva Machado, melhor ainda.
 
A justiça foi feita. Elza Cirne não somente purgou a imagem de Amélia Machado, desconstruindo a maior mentira espalhada nesta cidade — Natal —, que se estendeu por todo o estado, como também nos presta a ação libertadora de mostrar que a biografada foi uma grande mulher empreendedora. 

Devolvo o livro à biblioteca que me emprestou, mas antes, como faço com todos os livros que leio, guardo em meu acervo de leitor o fichamento. 

Obrigado, Elza Cirne, por um trabalho tão belo. Que bom que foi escrito por uma mulher, com sensibilidade, olhar artístico e textos leves, porém literários.
 
Quem ainda não leu Viúva Machado - a grandeza de uma mulher, faça o mais breve possível. Há nele um rio de ações, de histórias, de dores, sonhos e outras coisas que correm paralelo ao Rio Potengi.

Francisco Martins
13 de agosto 2026



CANAL DE MANÉ BERADEIRO NO WHATSAPP

 Mané Beradeiro, poeta cordelista, contador de causos, que gosta de escrever e falar sobre a cultura popular, tem um canal no Whatsapp. Siga o homem! Todo dia ele posta uma produção por lá.


Dagorinha, ele postou  um conto que homenageia as rezadeiras. Lembra daquelas mulheres que iam em nossas casas rezar na gente? Pois lá tem uma história dessas.


QUINTAL CULTURAL NO IHGRN

 


quarta-feira, 12 de agosto de 2026

81 ANOS DA BIBLIOTECA DR PACHECO DANTAS

 

Sexta-feira, a Biblioteca Dr. Pacheco Dantas vai celebrar seus 81 anos de fundação. A ACLA-Pedro Simões Neto recebeu um convite,  infelizmente eu não poderei estar presente, mas envio meus parabéns à Direção da Biblioteca e todos os servidores que fazem daquele espaço um centro de saber.

MEU DEPOIMENTO DE QUANDO COMECEI A FRENQUENTAR A BIBLIOTECA DR PACHECO DANTAS

 

A Biblioteca Pacheco Dantas é muito importante na minha vida. Lembro bem o primeiro dia em que entrei nesse espaço sagrado dos livros. Quem me levou até lá foi a minha mãe, que gostava de ler e viu que ali eu poderia lhe dar mais sossego, pois sempre fui uma criança sapeca. Tinha hora certa para ser castigado, pois todos os dias fazia travessuras. Mamãe decidiu então me levar àquele templo, na esperança de que eu gostasse dos livros. Fui recebido por Dona Leda, com aquele jeito tão carinhoso. Deu-me livros infantis e disse-me que poderia voltar todos os dias. Lembro que naquele dia os meus couros foram poupados. Então, passei a ser um frequentador assíduo daquela casa. Quantos livros eu li! Quanta cultura e conhecimento adquiri!

Recordo que, em um domingo, houve uma gincana cultural promovida pela Juventude Franciscana (JUFRA), da qual participavam os jovens. Em determinado momento, foi feita a pergunta: quem tinha como lema "Morrer, se preciso for; matar, nunca"? O silêncio foi geral entre os participantes; nenhum sabia a resposta. Foi então que gritei: "Eu sei quem disse!" A turma me olhou e riu da minha atitude. Mesmo assim, ouviram o menino de nove anos, leitor, que surpreendeu aqueles jovens. "Quem teve esse lema foi o Marechal Rondon", falei. E, ao me perguntarem por que eu sabia, argumentei que era leitor da Biblioteca Pacheco Dantas. Vieram aplausos. Foi a primeira menção honrosa que, de forma indireta, a comunidade estava me dando.

Hoje sou escritor, cordelista, contador de histórias e pesquisador. Faço parte de diversas instituições culturais, e foi aí, neste piso ladrilhado, onde janelas e portas estão abertas para receber quem desejar aumentar seus conhecimentos, que comecei a nutrir minha alma. Obrigado a todos os que, ao longo dos 81 anos, têm servido a esse propósito.

 

Francisco Martins

12 de agosto 2026

CENTELHA DE CORDEL

 

Para minha coleção
Um novo chapéu chegou
Presente de gente linda
Que meu peito abraçou
Ganhei em Lagoa Nova
Ele será sempre prova
Da terra que me marcou. 

Obrigado professores, 
Quem pode contribuir
O poeta tá feliz
Você pode conferir
Sou Craibeira na cultura
Faço com desenvoltura
O cordel então florir

Mané Beradeiro
12 de agosto 2026

Obs: o chapéu me foi entregue na sexta-feira, dia 7 de agosto, na escola Unidade Municipal de Educação Infantil Maria de Lourdes Medeiros.

terça-feira, 11 de agosto de 2026

AGOSTO COM ADIVINHAÇÕES

 Agosto é folclore. Vamos lembrar de algumas adivinhações?  O macaco Sarauê nos ajudará neste processo.  



segunda-feira, 10 de agosto de 2026

XV MOSTRA LITERÁRIA DA ESCOLA MARIA DE LOURDES MEDEIROS (LAGOA NOVA-RN)

 Há momentos na vida que marcam a gente de forma intensa. Quinta e sexta-feira passadas, eu tive alguns que ficaram tatuados em minha alma. O cenário foi na acolhedora cidade de Lagoa Nova-RN,  na Unidade Municipal de Educação Infantil Maria de Lourdes Medeiros.

Ali eu fui recepcionado à noite, com professores, funcionários e convidados que prepararam  com muito carinho a abertura da XV Mostra Cultural daquela instituição. Sou grato a escritora Paula Belmino por sugerir meu nome a  Maria Salete Galdino Luiz (mentora desse projeto), que me fez o convite e escolheu minha produção de cordel para essa Mostra Literária. 




Na sexta-feira, pela manhã, eu contei histórias para as crianças. Foi o momento em que elas tiveram a oportunidade de conhecer Mané Beradeiro, o autor dos folhetos que irão ler durante o mês de agosto. 


Agradeço pelo carinho recebido, os sorrisos  e abraços, a grandeza das crianças. Parabéns à escola e sigo acompanhando as ações do projeto


Francisco Martins/Mané Beradeiro

CENTELHA DE CORDEL

 


Nas redes que dão prazer
Restauram nossa energia
A leitura do cordel
Nos levam à fantasia
Nas mãos a literatura
É fonte de alegria


Mané Beradeiro

10 agosto 2026


Na foto: alunos  da Unidade Municipal de Educação Infantil Maria de Lourdes Medeiros, em Lagoa Nova-RN

IMPLICAÇÕES ÉTICAS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA VIDA HUMANA

 A Arquidiocese de Natal, através do Seminário de São Pedro, vai realizar amanhã à noite, na sede da ANRL (Rua Mipibu, 443, Petrópolis), em Natal,  uma mesa redonda com o tema: "A Salvaguarda da pessoa humana na era da Inteligência Artificial". Irão compor a mesa o Professor Dr. Vincenzo Ciccarelli, Chefe do Departamento de Filosofia da UFRN, o Prof. Dr. Talvacy Freitas, sacerdote da Diocese de Mossoró e professor da FCRN e o Professor Dr. Juciano Lacerda, Coordenador do programa de pós-graduação de Estudos da Mídia UFRN.





UM LIVRO DE ANCESTRALIDADE

 


quinta-feira, 6 de agosto de 2026

CENTELHA DE CORDEL

 

Academia faz bem
Deixa a gente mais saudável
Corpo, espírito dizem amém
Dentro dele é louvável
O suor que o corpo tem
Sabendo dessa riqueza
Eu lhe digo com franqueza
Venha ser bem mais durável 

Mané Beradeiro
6 agosto 2026

A MAIS NOVA ACADEMIA LITERÁRIA NO RN

 


O Rio Grande do Norte está sendo um celeiro de instituições culturais, principalmente academias de letras. Dia 8 de agosto, o RN vai contar com mais um cenáculo: Academia de Letras e Artes de Mulheres Potiguares.
Procurei saber de Leide Câmara, Secretária da Academia Norte-rio-grandense de Letras, quantas entidades estão registradas.  Segundo Leide Câmara, há mais de  30 instituições culturais no RN, nesse campo da literatura e arte.

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

UM CENTENÁRIO, TRÊS ENCANTAMENTOS: ETERNOS LEGADOS

 

Venha celebrar a memória de quatro grandes nomes que ajudaram a construir a identidade cultural do Rio Grande do Norte.

No dia 12 de agosto, o Ludovicus – Instituto Câmara Cascudo, a Comissão Norte-Riograndense de Folclore e a Família Deífilo Gurgel promovem o ciclo de palestras "Um centenário, três encantamentos: eternos legados", um encontro dedicado à preservação da história, da cultura e da produção intelectual potiguar.

A programação marca importantes efemérides de 2026:

✨ Centenário de Deífilo Gurgel;

✨ 40 anos do encantamento de Luís da Câmara Cascudo;

✨ 30 anos do encantamento de Veríssimo de Melo;

✨ 60 anos do encantamento de Xico Santeiro.

Quatro especialistas compartilharão reflexões sobre a vida, a obra e o legado desses mestres da cultura brasileira: Prof. Luciano Capistrano (historiador, professor e pesquisador), Prof. Dr. Francisco Firmino Sales Neto (professor adjunto da Universidade Federal de Campina Grande/UFCG), Gutenberg Costa (folclorista, pesquisador e escritor) e Alexandre Gurgel (jornalista, escritor, poeta e pesquisador de arte popular potiguar).

📅 12 de agosto de 2026 (quarta-feira)

🕙 10h às 12h

📍 Auditório do Ludovicus – Instituto Câmara Cascudo

📍 Av. Câmara Cascudo, 377 – Cidade Alta – Natal/RN

🎟️ Evento presencial

✅ Retire gratuitamente seu ingresso no link: 

https://www.sympla.com.br/evento/um-centenario-tres-encantamentos-eternos-legados/3529106

⚠️ Vagas limitadas a 50 participantes.

Mais informações:

📞 (84) 98827-3866


Esperamos você para este momento de encontro, memória e celebração dos eternos legados que continuam inspirando a cultura potiguar.

Arte produzida com auxílio de inteligência artificial.

@folclorern @alexandregurgel_creu

#ludovicus #deífilogurgel #luísdacâmaracascudo #veríssimodemelo #xicosanteiro

PROJETO DAS ARTES NA PRAÇA ALUÍZIO ALVES, EM PARNAMIRIM