Alguns anos eu comecei a trabalhar no Conselho Estadual de Cultura-CEC/RN. Fui convidado pela Professora Zilda Lopes do Rêgo a assistir as sessões do Conselho e redigir as atas, posto que, a servidora Ana Maria de Miranda Galisa, já não mais estava escrevendo as atas. Bastava vir apenas nos dias das sessões, que são realizadas nas tardes de terças-feiras.
Esse convite foi formulado quando eu estava à disposição da Academia Norte-rio-grandense de Letras-ANRL, na gestão do Prefeito Agnelo Alves, dando meu expediente da Biblioteca Padre Luiz Monte-ANRL (2004 a 2008), que depois foi renovado na administração de Maurício Marques, iniciada em 2009.
Aceitei sem contestar, embora sabendo que seria um trabalho voluntário, sem obter nenhuma remuneração. O que eu iria ganhar era a amizade que faria com os membros daquela instituição, isso sim, bem melhor do que qualquer moeda.
Quantas tardes memoráveis eu vivi junto a eles. Homens e mulheres que aguçaram ainda mais minha cultura. Alguns já partiram: Pedro Vicente, Nelson Patriota, Paulo de Tarso, Paulo Macedo, Enélio Petrovich, Francisco Fausto. Outros continuam por aqui, servindo a cultura. Tenho admiração por todos.
Escrevo essa memória, para registrar que depois de um certo período, em 2 de janeiro de 2017, o Conselho conseguiu que eu viesse trabalhar oficialmente na sede, fazendo parte do convênio celebrado entre a Prefeitura de Parnamirim/Governo do Estado. Juntando esse período ( 9 anos) do convênio com o tempo que fiquei Portanto, faz 22 anos que eu estou atuando no CEC/RN.
Quando Letúsia Magalhães se aposentou, assumi as tarefas que eram da sua pasta e passei a ser Secretário Executivo.
Francisco Martins
3 de setembro 2026
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