segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

MANÉ BERADEIRO LEVOU SEU FRUTO LITERÁRIO AOS PROFESSORES DE JUNDIÁ/RN

A natureza tem seus momentos de renascimento e fruto. Pude comprovar isso hoje pela manhã, quando estive na pequena cidade de Jundiá/RN, onde fui apresentar meu trabalho aos professores daquele município, por ocasião da abertura da Semana Pedagógica, a convite da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. Antes de começar minha apresentação fui sentir a beleza do cajazeiro em flor e fruto
Contemplando aquela árvore tão frondosa desejei que minha apresentação também fosse como ela, não na grandeza estética, mas no simbolismo dos frutos, no aroma da flor. Queria que cada professor fosse tocado pela importância que tem a leitura na formação e educação dos seus alunos. Aspirei que cada mestre ali presente tenha a capacidade de oferecer fruto de sabedoria às suas crianças. Assim, como o cajazeiro se prepara no silêncio e nos oferece o seu, sem alarde e cheio de sabor.

 E, acreditando nisso, montei a mesa com os folhetos e livros que formam o meu fruto literário. Aos poucos os professores foram se aproximando e demonstravam curiosidade, mas, não tinham a coragem de tocá-los.
Somente depois da apresentação do poeta, dos causos e poemas declamados, é que a colheita se fez! Oxalá eu possa saber da multiplicação deste trabalho.
Minhas ferramentas não abrem sulcos na terra, elas visam a alma. São simples, porém eficazes: um jumento chamado Ananias é a mais célebre delas.

A ele empresto voz e movimento, e como um passe de mágica, ele encanta e manda seu recado. E foi assim que pude realizar mais uma apresentação de Mané Beradeiro.