segunda-feira, 4 de abril de 2016

TORPEDO DE MANÉ BERADEIRO 014/2016

Dona Cotinha está cada vez mais materialista, reclama de tudo. Seu esposo, homem dedicado à leitura bíblica, felizmente tem sempre um versículo para argumentar. Ontem, em pleno domingo, enquanto eles almoçavam, Dona Cotinha  reclamou da mesa que tinha mais de vinte anos, da louça que ainda foi presente das bodas de prata do casamento e dos talheres inox, vejam só! Não dada por satisfeito, depois de muito falar externou: "-A aranha vive do que tece, e eu não sou aranha, vamos  comprar tudo novo, sentenciou." O esposo, amavelmente levou o guardanapo à boca, tomou água e disse: "-Cotinha lembremo-nos que quando nos casamos o saco era a mala e  o cadeado um nó, e sobretudo tenha em mente o que nos ensina a Palavra de Deus: tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes ( 2 Timoteo 6:8).